Exército nas ruas de Dourados03 de outubro de 2010 • 05h18
A prisão de políticos e empresário em pleno período eleitoral não deve tirar o eleitor das urnas, mas o número de votos brancos e nulos deve ser mais que na eleição passada.
segundo maior colégio eleitoral de Mato Grosso do Sul vai às urnas com o quatro vereadores e o prefeito afastados e presos. Depois do maior escândalo político da história do município Dourados terá soldados do Exército nas ruas para garantir a segurança dos cerca de 140 mil eleitores cadastrados. O número de homens colocados disposição do TRE não foi informado. Entre estes eleitores pelo menos sete mil são indígenas das etnias guarani, caiuá e terena distribuídos nas duas aldeias da cidade.
A prisão de políticos e empresário em pleno período eleitoral não deve tirar o eleitor das urnas, mas o número de votos brancos e nulos deve ser mais que na eleição passada. Há inclusive uma campanha feita por alguns setores da sociedade para que as pessoas votem assim como forma de protesto.
O eleitorado douradense aumentou em 7,91 por cento desde a última eleição em 2006 e hoje soma 139. 942 eleitores distribuídos na 18ª e 43ª zonas eleitorais. De acordo com a justiça eleitoral foram convocados cerca de 2 mil pessoas para trabalhar como mesários e componentes das 400 sessões de votações que serão instaladas no município.
Os presos provisórios quem cumprem pena na Penitenciária Harry Amorim Costa não terão direito a voto já que por questão de segurança a Polícia Militar solicitou ao Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul que as urnas não fossem instaladas no presídio. Com isso o vice-prefeito Carlinhos Cantor, os vereadores Humberto Júnior, Marcelo Hall, Edvaldo Moreira e Sidlei Alves que foram presos na Operação Uragano não votarão. Sidlei Alves mesmo preso continuam candidato da deputado estadual pelo DEM e poderá ser votado nas eleições deste domingo.

















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